Sustentabilidade, o contexto urbano e expectativas sobre a Rio+20
Entende-se por equidade de gênero a igualdades de tratamentos entre homens e mulheres no mercado de trabalho incluindo mesmas condições salariais e de trabalho. Atualmente, as desvantagens das mulheres em relação aos homens no mercado de trabalho tem sido um dos temas que envolvem a responsabilidade social nas empresas, principalmente porque as mulheres são provedoras de uma família e hoje assumem um papel econômico muito significativo no contexto social global.
O indicador proposto pelo Instituto Ethos tem a intenção de ajudar as empresas a propor políticas para preservar as famílias e serem agentes de transformação social da realidade da qual hoje as mulheres ainda são tratadas de formas desiguais nas empresas.
Mais de 20 anos se passaram após a criação do Instituto Ethos de Responsabilidade Social, e as questões de gênero ainda são um dos paradigmas da nossa sociedade atual que necessita de discussão e transformação social. Ainda são recorrentes, nos dias de hoje, as diferenças salariais entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo e função, além das dificuldades de trabalho para mulheres jovens que pretendem iniciar um novo lar e ter uma nova família.
No Brasil, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), criada através da Medida Provisória 103, pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para desenvolver ações conjuntas com todos os Ministérios e Secretarias Especiais estabelece políticas públicas que contribuem para a melhoria da vida de todas as brasileiras e que reafirmam o compromisso do Governo Federal com as mulheres do país.
Uma das ações da secretaria é o programa de pró-equidade de gêneros. Ele está na sua terceira edição e tem por finalidade o desenvolvimento de concepções e procedimentos na gestão de pessoas e na cultura organizacional para alcançar a equidade de gênero no mundo do trabalho.
Realizado anualmente pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), Secretaria Especial de Políticas para Mulher e Governo Federal, a adesão é voluntária e são dirigidas às empresas públicas ou privadas com ou sem fins lucrativos, desde que inscritas no cadastro de pessoas jurídicas.
As empresas assinam um termo de adesão onde é levantado um perfil sobre as questões de gênero e após este processo e avaliação pelo comitê do programa a empresa participante recebe o selo concedido pelo Programa Pró Equidade de Gênero.
Mais informações:
http://200.130.7.5/spmu/docs/pro_equidade2009_2010/Programa2010.pdf
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