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Carros e Transportes

23 de Setembro de 2010

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Confira os resultados dos desafios intermodais de cinco capitais brasileiras

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Desafiantes do Rio de Janeiro se encontram antes da prova/Foto: Divulgação

No mês do Dia Mundial Sem Carro, diversas capitais brasileiras realizaram desafios intermodais com bicicleta, ônibus, metrô, carro e até cadeira de rodas. Confira o resultados nas capitais: São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador.

Belo Horizonte (MG)

Em Belo Horizonte, o grupo Moutain Bike BH realizou o quarto desafio intermodal da cidade, com 20 participantes. Entre as modalidades estavam motocicleta, bicicleta, carro, bicicleta e metrô, táxi, pedestre e metrô, pedestre e ônibus e, metrô e ônibus.

O percurso de cinco quilômetros e meio foi finalizado em pouco mais de 20 minutos por motocicleta, seguida de um ciclista trinta segundos após a chegada. Os terceiro, quarto e quinto lugares também foram feitos por ciclistas, com uma diferença de tempo de um, seis e sete minutos, respectivamente. O automóvel, que ficou em sexto lugar na colocação, terminou a prova em quase 32 minutos de competição.

Brasília (DF)
Brasília teve seu primeiro desafio modal realizado ontem, 22 de setembro, no Dia Mundial Sem Carro. O evento teve a participação de 12 integrantes em oito modalidades: moto, bicicleta, bicicleta e metrô, ônibus e metrô, carro, bicicleta e ônibus, metrô e ônibus.

A motocicleta chegou em primeiro lugar, após percorrer por 15 quilômetros em 27 minutos. Os três desafiantes seguintes a completarem a o percurso eram ciclistas, e chegaram com uma diferença de um minuto entre si. A participante que estava no carro demorou 57 minutos para completar a prova e chegou em oitavo lugar.

Curitiba (PR)
Em Curitiba é mais rápido ir de bicicleta, foi o que revelou o desafio intermodal realizado pelo projeto Ciclovia da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Entre os 25 participantes da prova, os melhores resultados de cada modalidade foram: ciclista, com 28 minutos; motociclista, com 32 minutos; corredor, com 43 minutos; carro, com 54 minutos; ônibus, com 54 minutos; van, com 56 minutos; pedestre, com 1 hora e nove minutos; cadeirante, com 1 hora e 35 minutos; e deficiente visual, que ficou em último, com 1 hora e 45 minutos.

Rio de Janeiro (RJ)
A ONG Transporte Ativo realizou um desafio intermodal pelas ruas do Rio de Janeiro. Entre as modalidades havia ciclistas, pedestres em ônibus, pedestres em metrô, carro e moto. Em primeiro lugar empataram moto e pedestre em metrô com bicicleta, após 49 minutos de prova. O pedestre em metrô com patins ficou em terceiro, com 57 minutos, e as modalidades ônibus e carro quase empataram e ficaram em 11º e 12º lugar, com 84 e 86 minutos, respectivamente.

Salvador (BA)
O primeiro desafio intermodal de Salvador foi realizado pelo Conselho Regional de Psicologia e envolveu seis participantes. Os quase dez quilômetros de prova foram percorridos pelas modalidades: motocicleta, táxi, ônibus, bicicleta, carro e, bicicleta e ônibus.

Em primeiro lugar, com 21 minutos de prova, chegou a motocicleta. O táxi finalinalizou a prova 14 minutos depois e ficou em segundo lugar, seguido da bicicleta, após três minutos.
Durante a prova, o desafiante da motocicleta registrou uma colisão entre dois carros, em um congestionamento.

São Paulo (SP)
Na 5ª edição do Desafio Intermodal de São Paulo a motocicleta ganhou como o modo mais rápido de locomoção nas ruas da cidade, os 15 quilômetros de percurso foram finalizados em 20 minutos. Entre os 25 participantes do desafio, concorreram as modalidades de ciclismo, pedestres, corredores, motociclistas, passageiros de táxi, ônibus, trem, metrô e cadeirante com ônibus. O segundo e terceiro lugar foram conquistados por ciclistas de bicicleta fixa (com freios nos pedais e guidão) e convencional, respectivamente.

Motocicletas não são sustentáveis

Dos cinco desafios realizados, quatro foram vencidos por motocicletas. Mas esse resultado não deve ser compreendido como o mais sustentável. Pesquisas comprovam que uma motocicleta possui uma taxa de emissão que pode chegar a até seis vezes mais que o nível dos carros.

Segundo a doutora em psicologia do trânsito e ex-membro titular da Câmara Temática de Educação e Cidadania do Contran, Gislene Macedo, a melhor alternativa seria substituir os veículos individuais motorizados por transportes públicos não motorizados, até mesmo para defender a vida. E complementa, "quem sofre todo o impacto dos problemas gerados pela mobilidade motorizada é o setor de saúde".

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