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Lixo Zero

20 de Fevereiro de 2013

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EcoD Básico: Lixo Zero

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Atualmente existam outros meios de descartarmos nossos resíduos sem contaminarmos o solo
Foto: Sxc.hu

Lembra daquele axioma, imortalizado por Lavoisier, de que "na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"? Pois então, o conceito do Lixo Zero passa por essa ideia – que só é utópica quando pensamos nos resíduos dos produtos que fabricamos sem lembrar de integrá-los aos ciclos do ecossistema. 

O volume de resíduos gerados nas cidades deve aumentar de 1,3 bilhão de toneladas para 2,2 bilhões de toneladas em 2025, segundo Banco Mundial

O planeta em si é cíclico, que reaproveita tudo que produz e onde nada "sobra". Ainda assim, descartamos os resíduos como se eles desaparecessem do planeta toda que vez que o jogamos na lixeira.

Atualmente, existem outros meios de descartarmos nossos resíduos sem contaminar a água ou o solo. Afinal de contas, "lixo" é, resumidamente, tudo aquilo que criamos ao jogar nossos dejetos fora sem cuidado ou consciência.

R’s

Zerar a produção de lixo não é tarefa fácil. É necessário cobrar políticas públicas que facilitem o processo, como a implantação da coleta seletiva nas cidades, e a introdução da logística reserva pelas empresas. Mas, isso não significa que a missão seja impossível em sua própria residência. Para começar, um bom norteador são os 3 R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Reduzir vem primeiro porque é a medida mais eficaz: para impedir a geração de lixo, basta evitar a consumo desnecessário e pronto. Reutilizar também é uma boa ideia, uma vez que evita a compra de outro produto e dá uma destinação correta sem nem mesmo sair do seu lar.

Quando jogados em aterros sanitários, por exemplo, os plásticos podem dificultar a decomposição dos materiais biologicamente degradáveis, impermeabilizar o solo e, quando queimados indevidamente e sem controle, liberar substâncias nocivas ao homem e ao meio ambiente, como ácido clorídrico e dioxinas.

E, por fim, há a reciclagem – alternativa viável para quase todos os materiais, mas nem sempre simples de aplicar. Para tanto, basta separar os materiais recicláveis e destiná-los adequadamente - se na sua cidade não houver coleta seletiva, procure estabelecimentos ou cooperativas que dêem a destinação adequada a esses materiais.

Para os produtos orgânicos, como restos de alimentos, a compostagem é uma alternativa mais simples do que parece, embora ainda não seja uma medida barata para quem mora em apartamento, por exemplo. 

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Destinação

A reciclagem é uma das alternativas para a destinação adequada mais difundida. Porém, há muitos materiais que não conseguem ser reciclados pela indústria, como os papeis sujos, os medicamentos ou as lâmpadas. 

Ainda há outro problema com a opção: a coleta seletiva ainda é muito incipiente no Brasil, dificultando a vida de quem opta pela solução. Além disso, há cooperativas que não aceitam determinados materiais por falta de quem compre na região.

Saiba a destinação adequada de cada um dos materiais:

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