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Economia e Política

15 de Março de 2013

 

Famílias colhem 14,5 mil toneladas de arroz orgânico no Rio Grande do Sul

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O grão mobilizou, nesta safra, 439 famílias que vivem em 24 assentamentos da reforma agrária
Foto: Tamires Kopp/MDA

Um arroz agroecológico, produzido de forma ambientalmente correta e sem o uso de agrotóxicos, gera emprego e renda para famílias de 15 municípios gaúchos, além de fazer bem à saúde dos consumidores. Representantes do governo federal participam na sexta-feira, 15 de março, da abertura da 10ª Colheita de Arroz Agroecológico no Rio Grande do Sul, no assentamento Filhos de Sepé, em Viamão (a 32 km de Porto Alegre).

O grão mobilizou, nesta safra, 439 famílias que vivem em 24 assentamentos da reforma agrária nas regiões de Canoas e Porto Alegre, o que irá resultar em 14,5 mil toneladas de arroz orgânico.

Essa característica ambiental faz com que o assentamento seja referência em produção agroecológica, forte também nas atividades de frutas e hortaliças.

Segundo o secretário de extrativismo e desenvolvimento rural sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, a iniciativa demonstra que é possível produzir de maneira sustentável, com agregação de valor ao produto, em assentamentos da reforma agrária.

“São famílias engajadas com a preservação do meio ambiente, que muitas vezes atuam como protetores de áreas ricas em biodiversidade”, destacou Cabral. Ele ressaltou, ainda, que a atividade vai ao encontro do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, em discussão pelo governo. “A partir dessa experiência gaúcha podemos replicar em outros estados”, acrescentou.

Produção mais limpa

Inserido na Área de Proteção Ambiental Banhado Grande, o assentamento Filhos de Sepé produz arroz orgânico há mais de uma década. Conhecido como o maior Assentamento Ambientalmente Diferenciado do Rio Grande do Sul, ocupa área de 9,4 mil hectares. Essa característica ambiental faz com que o assentamento seja referência em produção agroecológica, forte também nas atividades de frutas e hortaliças.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) apoiam diretamente a iniciativa, que também conta com o apoio do Ministério do Meio Ambiente.

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