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Energia

12 de Fevereiro de 2015

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Fotógrafo que investiu em energia solar economiza até 95% na conta de luz

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Placas fotovoltaicas convertem a energia do sol em eletricidade
Foto: Tadeu Vilani/Agência RBS

É verdade que a energia solar ainda deixa de ser acessível a maioria dos brasileiros, muito por conta da falta de incentivos governamentais a essa tecnologia limpa. Contudo, quem pode investir nessa alternativa não se arrepende. Um exemplo vem de Nova Petrópolis, no interior do Rio Grande do Sul, onde o fotógrafo Roberto Scliar implantou, há três anos, o projeto de microgeração de energia elétrica na própria residência.

Com investimento de R$ 22 mil para a instalação de placas solares, ele passou a economizar cerca de R$ 475 por mês na conta de luz. Scliar conta que gastava em média R$ 500 e hoje essa conta passou para R$ 17. "Eu gastava muito em luz e tive uma economia considerável. Hoje eu só preciso pagar uma taxa", assegura à Rádio Gaúcha.

A radiação solar incide sobre os painéis solares colocados no telhado de casas e condomínios. Esses aparelhos são compostos por estruturas chamadas de células fotovoltaicas, que absorvem energia solar e fazem a corrente elétrica fluir entre as duas.

O tempo de vida útil das placas solares é de 20 anos e a manutenção é praticamente nula.

Uma residência com consumo de 300 KWh/mês gasta, aproximadamente, R$ 160 por mês em luz. Caso a família queira investir em energia solar, o gasto será de R$ 22 mil. Conforme o gerente da empresa EPI Energia, Djeissen Thomas, o retorno virá em até sete anos.

"O retorno é da ordem de sete anos. Porém, é importante destacar que com os aumentos da energia elétrica, o retorno pode ser de cinco até seis anos", explica.

Benefícios

O tempo de vida útil das placas solares é de 20 anos e a manutenção é praticamente nula. Limitada pelo alto custo de geração, a energia solar ganhou um impulso para motivar famílias a gerar energia renovável nas casas. Thomas esclarece que consumidores podem solicitar às concessionárias que façam uma conexão com a rede elétrica comum. Com dois medidores, um para o consumo e outro para geração, Thomas explica que o autoprodutor pode usar como crédito o excedente.

"A intenção é gerar energia para o consumo próprio, mas também, entregar o excedente a concessionária, para abater o consumo a partir da rede", diz.

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