Brinque o carnaval de forma sustentável
Em todos os cantos do Brasil, milhões de foliões saem às ruas para curtir o carnaval. Mas ...
Indústrias em Qinghai contribuem para a poluição da China/Foto: Vomachs
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou uma visita oficial à China e à Mongólia a partir de sexta-feira, 24 de julho.
Na primeira parada, na China, Ban deve discutir com o governo de Pequim o papel do país no combate ao aquecimento global. O crescimento econômico da potência asiática nos últimos 30 anos, também fez com que o país se tornasse o maior emissor mundial de dióxido de carbono (CO2), um dos principais responsáveis pelo efeito estufa. Para completar, a demanda dos chineses por energia não-renovável foi multiplicado recentemente.
Atualmente, a China queima um quarto de todo o carvão do mundo, do qual depende para suprir mais de dois terços de suas necessidades energéticas. A substância derivada do petróleo, diga-se de passagem, é a forma mais barata e mais poluente de se obter energia.
Protocolo de Kyoto
Em dezembro, a ONU realiza na Dinamarca a Conferência sobre Mudança Climática (COP-15) e espera aprovar os termos do acordo que deve substituir a primeira fase de cumprimentos do Protocolo de Kyoto.
Ban tentará articular soluções junto aos líderes de China e Mongólia/Foto: Vomacks
Segundo o secretário-geral, o mundo precisa de metas mais imediatas para combater o efeito estufa.
O apelo de Ban é apoiado por vários países diretamente afetados pelas consequencias da mudança climática como o arquipélago de Cabo Verde, no oeste da África.
O embaixador do país nas Nações Unidas, António Lima, afirmou à Rádio ONU que o mundo espera ações mais rápidas a favor do meio ambiente.
"A mudança do clima está em marcha e afeta os mais vulneráveis, os mais pequenos e aqueles que poluem menos a atmosfera. Daí que temos uma posição muito firme ao dizer que é fundamental que tentemos resolver o problema da elevação do nível do mar, aquecimento da temperatura global, para 1,5°C e não para 2°C. E que cheguemos a 2020 com uma diminuição de pelo menos 45% das emissões de gases e não de 40% como está sendo promovido por alguns países emissores", defendeu.
Comunidade Tradicional
O tema do combate ao efeito estufa será também parte da visita de Ban à China, onde ele deve participar de um evento sobre eficiência energética com lâmpadas de baixo consumo.
Na Mongólia, Ban visitará uma comunidade tradicional de pastores de rebanhos que está enfrentando escassez de água e desertificação.
De acordo com especialistas, os principais problemas ambientais enfrentados pela China nos dias de hoje são:
Comentários