Deixe o carro em casa durante o carnaval
Uma boa forma de curtir o carnaval de forma ecológica, segura e econômica é escolhendo ...
11 de Fevereiro de 2011
Vice-premiê da China defende reformas para economizar energia e combater poluição

Nação asiática é a maior emissora de gases-estufa do mundo/Foto: NPCA Photos
A China, país considerado o maior emissor mundial de dióxido de carbono (CO2), quer reduzir em 17% o volume de suas emissões de CO2 por unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB) até 2015, indicou no sábado, 5 de março, o primeiro-ministro do país, Wen Jiabao.
O consumo de energia por unidade do PIB deverá, por sua vez, diminuir 16% durante o desenvolvimento do 12º plano quinquenal (2011-2015), acrescentou o chefe de governo diante de 3.000 delegados da Assembleia Nacional Popular (ANP), o parlamento chinês.
Em 2011, "o consumo de energia por unidade do PIB deverá diminuir em 3,5% e as emissões de CO2 baixar aproximadamente 3,5% em relação ao ano passado", projetou a Comissão Nacional para o Desenvolvimento e a Reforma, a agência de planejamento chinesa, em seu informe anual aos deputados.
Wen também fixou o objetivo de aumentar até 11,4% o uso de combustíveis não fósseis como fontes de energia - a China ainda é um país muito dependente do carvão e do petróleo. O primeiro-ministro chinês também ressaltou que na meia década que se inicia a cobertura florestal deverá aumentar para 21,66% do total, aumentando o volume de florestas em 600 milhões de metros cúbicos.
Na segunda semana de fevereiro, você viu aqui no EcoD que o vice-primeiro-ministro Li Keqiang defendeu agilidade nas reformas de tributação dos recursos para combater a poluição na China, no intuito de tornar a economia de energia uma prioridade capaz de evitar a arriscada dependência do fornecimento externo.
À época, o vice-premiê chinês não entrou em detalhes sobre as políticas que o gigante asiático adotará para atingir as metas de redução da poluição e aumento da conservação de energia, mas destacou que o governo deveria se concentrar em garantir que "os poluidores paguem".
Comentários