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Taquicardia e Náusea são efeitos relacionados a esse tipo de poluição / Foto: Macarena C.
O Ministério Público de Santa Catarina iniciou uma investigação para verificar o alto índice de alumínio nas águas consumidas em Florianópolis. Exames revelaram que as taxas estão até cinco vezes mais altas que a permitida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
A denúncia foi feita por Paulo Machado, síndico de um condomínio na região central de Florianópolis, cuja tubulação de cobre estava corroída. Um dos exames realizados em 2008 revelou que o nível de alumínio na água foi de 0,5% enquanto o permito pela legislação brasileira é de 0,2%. Em julho de 2007, outra análise apresentou índice de 1% de alumínio.
De acordo com reportagem do portal UOL, o caso pode ter acontecido por falhas no tratamento ou na emissão entre a estação e os consumidores. A Companhia de Águas e Saneamento de Santa Catarina (Casan) fará mais testes em toda a Grande Florianópolis para analisar a gravidade do problema. O caso está sendo acompanhado pelo MP e pela Vigilância Sanitária de Florianópolis.
Apesar de estar presente naturalmente na água, o índice de alumínio não pode passar de 0,2% por causar risco à saúde. Em um longo prazo de ingestão, a substância pode causar encefalopatia grave em pacientes que sofrem diálise renal, podendo levar a distúrbios neurológicos. Os riscos estão relacionados com:
- Aumento dos casos de mal de Alzheimer
- Compostos químicos cancerígenos
- Tontura
- Fadiga
- Taquicardia
- Náusea
- Vômito
- Sonolência
- Coma
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