Combata o comércio de animais silvestres
Se você presenciar ou souber de algum caso de comércio ilegal de animais silvestres, ...
Máscaras fazem parte do cotidiano da população chinesa
Foto: estebandid
O cinza voltou a ser o tom predominante no céu chinês na segunda-feira, 28 de janeiro. A névoa que reduziu visibilidade a 200 metros, fechando 11 estradas no norte do país, voltou duas semanas após a China registrar um dos piores índices de qualidade de ar de sua história.
A previsão do tempo nublado para os próximos dias levou o governo chinês a emitir um alerta no domingo. Essas condições favorecem a poluição atmosférica e reduzem drasticamente as condições de visibilidade, o que levou até a cancelamentos de voos.
O índice de qualidade do ar, medido pelos Estados Unidos, quase chegou a marca limite de 500 PM 2.5 (493), taxa que mede a quantidade de partículas com diâmetro de 2,5 micrômetros presentes no ar - extremamente nocivas à saúde humana por serem finas o suficiente para penetrar nos pulmões e corrente sanguínea.
O limite é quase 20 vezes maior do que considerado seguro pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No início do mês de janeiro, a taxa chegou a 755, bem acima do índice limite de 500.
Desde então, as autoridades chinesas declararam que devem priorizar as medidas para reduzir a poluição, já tomadas anteriormente, como o fechamento de fábricas, corte na queima do carvão e a proibição de determinadas classes de veículos nas estradas nos dias de maior poluição.
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