Não acumule pneus no quintal de casa
A geração e o acúmulo de resíduos de pneus causam problemas ambientais sérios, como risco ...
24 de Abril de 2012
Indústrias têxteis chinesas desrespeitam leis ambientais do país, afirma relatório

Líder do mercado de automóveis, a China está ameaçada por suas indústrias, o tráfego e a energia suja
Foto: MelbourneID
O que os economistas tradicionais não vêem, a China faz questão de mostrar até para os olhos mais arregalados: crescimento econômico está longe de representar qualidade de vida da população. Segunda potência econômica do planeta, o gigante oriental atingiu níveis críticos de poluição neste final de semana, uma das piores taxas registradas em uma década de monitoramento. O ar irrespirável só agradou mesmo os vendedores de máscaras, que viram suas vendas decolarem.
A nuvem espessa de poluição atingiu 12 províncias chinesas desde o sábado e fez o governo emiti um alerta convocando a população a “ficar em casa” e “evitar exercícios físicos cansativos”. Em Pequim, a poluição foi qualificada de 'severamente prejudicial e perigosa'.
A densidade de partículas de 2,5 microns de diâmetro na atmosfera, extremamente nocivas à saúde por serem finas o suficiente para penetrar nos pulmões e corrente sanguínea, chegou aos 993 microgramas por metro cúbico no sábado, 12 de janeiro, segundo a agência de notícias oficial chinesa Xinhua. O ideal estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 25 microgramas por metro cúbico.
A camada contaminante permanecerá sob a capital chinesa mais três dias, uma vez que a ausência de ventos dificulta que as substâncias poluentes se dispersem. Pequim tem cerca de 20 milhões de habitantes e mais de 5 milhões de veículos.
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